quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Marilyn Monroe

O INÍCIO DO SONHO

Aos 18 anos, quando trabalhava numa fábrica, Norma foi descoberta por um fotógrafo e virou modelo. Foi nessa época que ela topou posar nua por apenas US$ 50. "Eu precisava desesperadamente do dinheiro", afirmou anos depois. As fotos viriam à tona mais tarde, em 1953, na primeira edição da revista “Playboy”, quando ela já era um grande nome de Hollywood. Depois de dois anos trabalhando como modelo e estudando teatro, Norma resolveu dar uma grande virada em sua vida: divorciou-se de seu primeiro marido, tingiu os cabelos de loiro, mudou seu nome para Marilyn Monroe e fechou contrato com os estúdios Twentieth Century Fox. A partir daí, Marilyn assumiu papéis cada vez maiores nos filmes do estúdio, culminando com os sucessos “Torrente de paixão”, “Os homens preferem as loiras” e “Como agarrar um milionário”, de 1953, que a elevaram ao status de estrela. Seu visual voluptuoso, seu jeito de garota ingênua e burrinha e sua voz sensual estabeleceram sua fama e consagraram sua imagem como clichê erótico em alta até hoje.
Entretanto, Monroe foi ficando cada vez mais insatisfeita com os papéis que lhe eram oferecidos e desejava desenvolver mais seu talento como atriz. Em 1954, a estrela partiu para Nova York para estudar teatro com o renomado professor de arte dramática Lee Strasberg. O motivo por que o talento de Marilyn como atriz nunca foi reconhecido é, ironicamente, o mesmo por que ela continua fascinando platéias: a naturalidade que ela transparecia na tela parecia dar acesso direto à sua personalidade na vida real, a figura pública da estrela superava as personagens. Porém, sua complexidade como atriz foi comprovada em alguns de seus últimos filmes, tais como “Nunca fui santa” (1956) e “O príncipe encantado” (1957), ambos lançados por meio de sua própria produtora, fundada em 1956. O reconhecimento de seu trabalho só ficou completo em 1959, quando ela protagonizou “Quanto mais quente melhor”, dirigido por Billy Wilder, que lhe valeu o Globo de Ouro de melhor atriz.

O FIM

Na manhã do dia 5 de Agosto de 1962, a notícia da morte de um dos maiores ícones do cinema chocou o mundo "A bela e loira Marilyn Monroe, símbolo esplendoroso da emocionante vida de Hollywood, morreu tragicamente no domingo, provavelmente em consequência de suicídio. O seu corpo foi encontrado nu na cama. Tinha 36 anos. A estrela, com um longo historial de perturbações, tinha o telefone na mão. Junto dela, encontrava-se um frasco de soporíferos vazio", dizia uma concisa nota de Imprensa. Mas a dúvida se Marilyn havia sofrido uma overdose intencional ou acidental ficou sempre no ar, fomentado várias teorias. Uma delas é a de que a actriz resolveu pôr fim à sua própria vida depois de ouvir que o presidente John F. Kennedy queria terminar o romance com ela.Outras teorias mais sinistras sugerem que a morte de Marilyn não tenha sido um suicídio. Alguns alegam que as suas ligações à família Kennedy e ao chefe da Máfia, Sam Giancana, fez dela uma ameaça à segurança nacional, o que levou ao seu extermínio. Seja como for, até hoje a morte de Marilyn Monroe continua a ser uma história mal contada. Suicídio, overdose ou assassinato? A actriz mais sexy da história de Hollywood viveu envolvida em vários dramas. Filha de uma actriz fracassada e emocionalmente instável, Marilyn - Norma Jean Baker - passou grande parte da infância em lares de adopção e comunidades rurais no norte de Los Angeles. Mais tarde, a busca pela fama e pelo amor fizeram-na percorrer um caminho duro, passando pela prostituição e por uma série de casamentos falhados.

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