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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Homenagens em Graceland

Centenas de Fãs prestaram homenagens a Elvis Presley, colocando rosas e presentes em seu túmulo durante a comemoração de 75 anos no jardim de Graceland em Memphis, Tenessee, no dia 8 de janeiro. No frio e com neve a mansão do rei foi transformada em "templo" e parte de uma máquina empresarial que arrecada mais de 50 milhões de dolares por ano.


"Dá para sentir a presença dele aqui", disse a devota texana Debbie Bradshaw ao visitar a mansão em Memphis, no Tennessee, onde Elvis morreu aos 42 anos em 1977, vítima de parada cardíaca.

Cerca de 1.500 pessoas tiritaram e cantaram juntas "That's All Right", um dos primeiros sucessos do cantor, a uma temperatura de 12 graus Celsius negativos. Flocos de neve se acumulavam sobre as pessoas.

A recepção mais calorosa dos enregelados fãs coube à esposa Priscilla, à filha Lisa Marie e aos dois filhos dela - inclusive Benjamin Keough, de 17 anos, sósia do avô -, que apareceram num palco montado sob uma tenda no shopping center e m frente a Graceland, atravessando o boulevard Elvis Presley.

Benjamin e sua irmã Riley, de 20 anos, cortaram um bolo de aniversário de várias camadas.

Priscilla agradeceu os visitantes por virem, e disse numa entrevista posterior que Elvis permaneceu "provavelmente tão popular, ou mais popular, desde que faleceu".

Vendas de músicas do cantor, o licenciamento da sua imagem e a arrecadação de cerca de 600 mil visitantes em Graceland geraram em 2009 um faturamento de 55 milhões de dólares, segundo a revista Forbes.

Elvis é uma das mais lucrativas celebridades já mortas - liderou essa lista da Forbes em 2007 e 2008, mas foi superado no ano passado pelo estilista Yves Saint Laurent, pelos compositores Rodgers e Hammerstein, e por seu ex-genro Michael Jackson, que foi casado com Lisa Marie e morreu em 2009.

Tupelo, cidade natal de Elvis, no Mississippi, também homenageou o filho ilustre com um show de imitadores e uma festa para fãs do exterior, que chegaram em vários ônibus.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Aniversário de Elvis Chega com Lançamentos

Revista Edição Especial de Aniversário 75 Anos - BIZZ

Para celebrar o aniversário do rei do rock, a Sony preparou um cd triplo intitulado “Elvis 75”, com o mesmo número de canções. Grandes sucessos como “Love Me Tender” integram a coletânea. A empresa também aproveita a data para relançar os mais de 60 discos do cantor.

A Legacy Records disponibiliza no mercado a caixa “Elvis 75: Good Rockin' Tonight” com 100 músicas de Presley e um livro com fotos e textos exclusivos. A versão mais simples sem o material impresso será uma alternativa aos fãs menos exigentes.

Um livro também foi publicado sobre as várias mulheres com quem ele se relacionou. A jornalista Allanah Nash fez um audacioso trabalho de pesquisa e uma série de entrevistas para revelar um lado ainda pouco explorado do astro.

Para quem é realmente um fã de Elvis Presley vale pena ler e ouvir cada lançamento desses, infelizmente comprei a revista e acabei ficando sem ela...

e Viva Elvis Presley !!

O Mundo Celebra o "REI"


MEMPHIS, EUA — Para milhões de fãs, Elvis Presley continua vivo e nada mais natural do que comemorar seu aniversário, já que nesta sexta-feira o rei do rock, falecido há 32 anos, faria 75 anos.
Nascido em 8 de janeiro de 1935 em Tupelo (Mississippi, sul), numa família modesta, Elvis fez história como o pobre que triunfou, o branco que cantou como um negro, o símbolo sexual que era apegado à mãe, o patriota rebelde.
"Elvis continua sendo popular em todo o mundo, com seguidores que veem celebrar seu aniversário todos os anos", comentou o porta-voz da propriedade do Rei em Graceland (Tennessee, sul), que realizará vários festejos por ocasião da data.
Em Memphis, o 8 de janeiro foi declarado "Dia Elvis Presley" e está prevista uma série de shows e eventos.
Graceland receberá uma exposição sobre o início de sua carreira e os confeiteiros do antológico hotel Peabody prepararam uma torta de chocolate com manteiga de amendoim e rodelas de banana para recordar o sanduíche preferido de Elvis.
A ex-esposa de Elvis, Priscilla, e sua filha única, Lisa Marie Presley, cortarão um bolo de aniversário no jardim da residência do Rei, considerado um monumento histórico desde 2006 e visitados todos os anos por cerca de 600.000 fãs.
Em Washington, várias mostras também celebrarão a influência do "Rei", como na National Portrait Gallery e no Newseum, o museu da imprensa. Os fãs também preparam comemorações em outras partes do mundo.
"Elvis é uma das poucas pessoas que conseguiu eliminar as fronteiras culturas", afirma Howard Kramer, curador de uma exposição em homenagem ao cantor no Hall da Fama do Rock, de Cleveland (Ohio, norte). Três décadas depois de sua morte - causada por um ataque cardíaco aos 42 anos - , Aaron Elvis Presley "continua sendo uma figura cultural importante", afirma Erika Doss, professora de estudos americanos da Universidade de Norte-Dame (Indiana, norte).
Apesar de não ter sido o primeiro a conjugar o blues com a música negra e o 'country', própria dos brancos, Elvis deu um impulso ao rock com sua canção "Heartbreak Hotel" em 1956.
Com uma beleza física e um carisma irresistíveis, famoso por seu singular movimento de quadris que lhe valeu o apelido de "Elvis, the pelvis", o cantor seduziu uma geração do pós-guerra que buscava quebrar a rigidez das convenções.
"Era incrivelmente bonito e sacudiu os tabus sexuais dos anos 1950 de forma deliberada. Era atraente tanto para as mulheres quanto para os homens", acrescenta Doss, autora do livro "Elvis Culture: Fans Faith, and Image". Junto com Michael Jackson, outro ícone mundial do pop, Elvis é o artista que mais vendeu discos (cerca de um bilhão), e atuou em cerca de 30 filmes.
"Ele está no centro de nosso vocabulário musical, está no DNA de nossa música", resume Jeff Melnick, professor de estudos americanos da Universidade de Babson, (Massachusetts, nordeste).
A aura do "Rei" não pode ser atribuída, segundo Melnik, a sua morte prematura.
"Ele não morreu jovem, com um corpo belo. Longe disso, ele era a imagem do que acontece por causa do excesso", explicou, referindo-se ao fato de que Elvis, perto do fim de sua vida, lutar contra a obesidade, a dependência de remédios e a depressão.
Para o curador Kramer, a chave do longo reinado de Elvis é muito simples.

"A grandeza é o que perdura, e a razão pela qual ainda estamos falando de Elvis Presley tanto tempo depois de sua morte é porque sua música era fantástica".